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Foto: Arquivo/Tribuna - Jefferson Bernardes / Palácio Piratini
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Foto da reinauguração. Foto: Leomar Alves/arquivo
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Foto da ponte já pronta na reinauguração. Foto: Arquivo Tribuna.

Queda da ponte do Jacuí completará 10 anos

O dia em que a natureza mostrou sua força e causou uma tragédia. Nos arquivos do Tribuna de Restinga, a edição 137, do dia 15 de janeiro a 29 de janeiro de 2010 noticiou o fato. Na manhã do dia cinco de janeiro de 2010 a ponte localizada no km 191 da RSC-287, que liga Restinga Sêca a cidade de Agudo, teve sua estrutura abalada e cedeu devido ao intenso volume de água causado pelas chuvas, ocasionando a queda de 15 pessoas. O resgate das vítimas foi feito logo após o ocorrido e foram conduzidas pelo Corpo de Bombeiros, policias e populares ao longo da semana. A correnteza forte e a chuva que caia dificultavam as buscas. Foram usados cães, botes, barcos, helicópteros para localizar as vítimas. A ponte tinha 314 metros e a força das águas fez com que 80 metros fossem arrastados.

Sobreviveram 10 pessoas e cinco morreram. Dentre elas estava o então vice-prefeito de Agudo, Hilberto Boeck, que hoje dá o nome a ponte, integrava a equipe da Defesa Civil do município e que na hora da queda estava sobre a ponte fazendo um levantamento do nível do rio Jacuí.

Em 2010 a queda da ponte causou transtornos para quem trafegava pela RSC- 287 para capital.  As ligações de ônibus de Santa Maria para Porto Alegre eram feitas pela BR-392 e BR 290 aumentando o percurso. Também havia a possibilidade de passar de balsa pelo rio Jacuí.

Governadora na época, Yeda Crusius, sobrevoou o local e atestou a gravidade do problema. O Departamento Autônomo  de Estradas e Rodagem (DAER) decretou situação de emergência para contratação de uma empresa para execução de serviços de recuperação da ponte.

A reconstrução

A ponte custou R$ 40 milhões e teve um atraso na sua entrega. Em matéria na edição 152 do Tribuna de Restinga, de 27 de agosto a 15 de setembro de 2010, a obra sofreu com atraso por conta das cheias dos meses de junho e julho. Foi então que no dia três de dezembro, um dia quente a nova ponte foi reinaugurada com atraso de quatro meses.

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