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Andrey Brondani ganhou uma assinatura e uma caneca como prêmio de melhor história.
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Michele ganhou uma caneca como segunda melhor história.

Histórias vencedoras do concurso Minha História de Natal no Tribuna de Restinga

Os vencedores do Concurso Minha História de Natal no Tribuna de Restinga, foram conhecidos. Andrey Brondani foi o vencedor com a história Natal de solidariedade e a segunda colocada foi Michele Fagundes da Silva.

Para o julgamento das histórias enviadas foram escolhidos os jurados, no caso juradas. A professora, Doutora em Letras/UFSM Elaine dos Santos, a Secretária de Educação Municipal Antonina Garcia Cavalheiro e Carmem Lúcia Londero Druzian, professora da Escola Dezidério Fuzer, que teve o projeto “Fazendo Arte” entre os 12 melhores projetos no Prêmio Fala, Professor! 2019.

Os jurados não sabiam os nomes dos autores das histórias e a escolha se deve pela historia mais original com pontuação de 1 a 5.

Fiquem com as histórias vencedoras:

                                                                                     Natal de solidariedade

Na noite de Natal, muitas famílias se unem para fazer aquela ceia de Natal, divertir-se e tudo mais. Mas, existem aquelas famílias que não têm a condição de poder fazer uma grande ceia, ou até mesmo comprar um presente de Natal para os seus filhos. Vou contar uma história fictícia, mas baseada na realidade.

            No dia 23 de dezembro, os pais da família Schmidt se sentaram à mesa para conversar sobre as condições financeiras e nisso, a filha única do casal, Maria, de 7 anos, veio até eles e perguntou se eles teriam encomendado o presente de Natal, pedido por ela. Os pais se olharam, com os olhares cabisbaixos, até que o pai falou à menina que o Papai Noel não iria passar na casa deles naquela noite, de véspera de Natal.

Maria entendeu que seus pais estavam em péssimas condições econômicas, então, ela escreveu uma carta para o Papai Noel, pedindo que seus pais tivessem dinheiro para poder fazer a ceia de Natal, para eles comemorarem essa data. Ela levou a carta até o 'correio do Papai Noel", na praça da cidade. O leitor das cartas comoveu-se com a história e falou com os demais participantes do projeto para ajudarem aquela família.

            Chegou a véspera de Natal, a garota estavam muito empolgada para saber se o seu desejo seria realizado, até que por volta das 20h, alguém bateu na porta da casa da família. Eram os leitores das cartas!

            Um deles foi vestido de Papai Noel, para levar presentes para a garota. Cada um levou alguma coisa para realizarem a ceia com a família daquela menina. Roberto e Joana, pais da Maria, emocionados, agradeceram imensamente àquelas pessoas por terem lhes ajudado, quando já não havia mais o espírito de fraternidade natalino. A menina recebeu seus presentes, mas fui muito mais contente em poder ver seus pais felizes, aproveitando a noite de Natal, sem precisar se preocupar com os problemas.

                                                                                                                                             Andrey Brondani

 

                                                                      A cartinha para o Papai Noel

Era dezembro, uma semana antes do Natal,e a menina Dulce não tinha escrito sua carta ao Papai Noel.Seus pais, Ana e Diogo, andavam preocupados, pois a menina andava muito pensativa, pois não sabia o que pedir. Ela, então, resolveu sair pela rua do bairro onde morava e perguntar aos seus vizinhos.A primeira pessoa entrevistada foi a dona Carla, Dulce perguntou o que ela gostaria de ganhar no Natal, dona Carla disse que gostaria que, no Natal, todas as famílias pudessem ter o que comer e onde morar. O segundo foi o seu José, Dulce perguntou para ele o que queria de Natal, ele respondeu que queria um mundo melhor, com mais paz.

Dulce sentia que ainda não tinha o que queria não sabia o que escrever para o Papai Noel, foi então que ela viu uma menina sozinha sentado num banco. Chegou mais perto e foi falar com a menina, o nome dela era Nathalia,tinha perdido seus pais fazia um mês. Dulce fez a pergunta e Nathalia respondeu que no Natal gostaria de ter uma família. Dulce voltou para casa feliz, pois sabia o que escrever na carta.Ela começou escrevendo a carta:

Querido Papai Noel, esse ano não quero brinquedos, não quero roupas, quero que o mundo seja um lugar melhor e que os meus pais adotassem a Nathalia, que está morando no banco aqui do bairro, ela não tem uma família e eu gostaria muito de uma irmã e de passar o Natal com ela.

Dulce deu a carta a seus pais,para que eles a entregassem ao Papai Noel, depois que Dulce saiu, eles leram a cartinha e ficaram felizes, pois a menina se preocupava com as pessoas. Ao mesmo tempo, os pais ficaram preocupados, pois era um pedido muito complicado.

Já era noite de Natal e Dulce estava ansiosa para saber se seu pedido ao Papai Noel ia se realizar, foi então que Ana e Diogo apareceram e disseram que tinham uma surpresa. Nathalia apareceu com a folha de adoção. Dulce pulava de alegria.Eles comemoraram o primeiro Natal dos quatro juntos e assim foi por muitos e muitos anos.

                                                                                                                                               Michele Fagundes da Silva

 

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