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Considerações sobre os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável

A conservação da vida no planeta preocupa as autoridades mundiais. A ONU, ciente da degradação terrestre, em 2000, lançou os Objetivos do Desenvolvimento do Milênio (ODM), representando um esforço para concentrar os compromissos assumidos em várias áreas em prol da melhoria do destino da humanidade.

Eram oito objetivos – com 22 metas e 48 indicadores – que incluíam a erradicação da pobreza e da fome; o acesso universal ao ensino básico; a promoção da igualdade entre os sexos e a autonomia da mulher; a redução da mortalidade infantil; a garantia da sustentabilidade ambiental; o combate a doenças como Aids, malária e tuberculose, cuja avaliação final dos resultados aconteceu em 2015, ainda que dados parciais fossem sendo acompanhados país a país.

Em 2015, ocorreu o lançamento da Agenda 2030, baseada na experiência e nos resultados dos ODMs, propondo a busca do desenvolvimento sustentável da humanidade, garantindo o progresso com qualidade de vida.

São 17 ODS que, ao lado da Agenda 2030, convidam todos a embarcarem numa jornada coletiva para salvar o planeta e conceder cidadania, retirando centenas de milhares de pessoas da exclusão. Entre os ODS, pode-se citar: a erradicação da miséria e da fome; a promoção do bem-estar para todos; a garantia da educação inclusiva; o empoderamento da mulher e a igualdade de gêneros; a gestão sustentável dos recursos de água e saneamento; o acesso confiável e barato à energia elétrica; o crescimento econômico e a promoção do emprego decente; a adoção de medidas que reduzam as graves mudanças climáticas; a promoção e a recuperação dos ecossistemas terrestres, entre outros.

O primeiro passo para o sucesso desses objetivos é torná-los conhecidos, discutindo-os em escolas, associações, clubes, ONGs. Depois, é fundamental que as comunidades passem a requerer os seus direitos como a solução para casos de esgoto a céu aberto, a falta de água potável, mas é importante que as famílias deem-se conta que elas precisam agir: construindo e mantendo hortas no fundo dos pátios, conservando limpas as cercanias das residências, evitando a proliferação de insetos, promovendo a castrações de cães e gatos. A pergunta que precisa ser feita por todos é que mundo estamos deixando para os nossos filhos e netos. Em que mundo desejamos que eles vivam e, por outro lado, é importante ensiná-los para viverem num mundo melhor, cabendo-nos formar cidadãos para um mundo melhor.

Professora Elaine dos Santos

Doutora em Letras

Contato: e.kilian@gmail.com

 

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